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O mau hálito não privilegia ninguém.Independentemente de raça, classe social, idade ou sexo, a halitose,como é cientificamente chamado o problema, incomoda e muito, não só seus portadores como também quem se aproxima deles.

Muitas vezes a pessoa que tem o problema não percebe.Isso ocorre devido à fadiga das células olfativas.Após um certo tempo, o contato com o odor leva a pessoa à insensibilidade a ele; uma substância pode realmente perder seu odor tão logo o indivíduo se relacione com ela.

Pesquisas revelam que quatro em cada dez brasileiros sofrem desse mal, que tem cura.

O problema, em certo momento é democrático.Todos nós quando acordamos, temos mau hálito. Esse mau hálito depois do sono acontece por um fenômeno fisiológico, resultado de uma leve hipoglicemia (queda de açúcar no sangue, devido ao longo tempo sem alimentação), à redução da saliva (durante o sono ocorre quase a total cessação do fluxo salivar) e ao acúmulo e putrefação de células epiteliais descamadas, alimentos e saliva.

No entanto, após o café da manhã e a escovação dos dentes, o hálito desagradável deve desaparecer. Caso algum mau odor permaneça, podemos considerar uma halitose que deve merecer cuidados especiais quanto ao seu diagnóstico, tratamento ou controle, conforme seja o caso.

O mau hálito não precisa ser obrigatoriamente uma doença, mas um sinal indicativo de que alguma coisa não vai bem, seja do ponto de vista patológico ou fisiológico (ou até mesmo uma questão de higiene).

Quando de origem patológica, o mau hálito pode ser de grande importância no diagnóstico de determinadas doenças (como por exemplo, diabetes, alterações renais, hepáticas etc...)

Ao contrário do que muitos pensam, o mau hálito não é conseqüência de problemas no estômago. Apenas 1% das causas do mau hálito está associada a distúrbios gástricos.

A causa do mau hálito é multifatorial, ela não pode ser explicada por um único mecanismo. Existem casos de mau hálito tanto por razões fisiológicas (que requerem apenas orientações); por razões locais (feridas cirúrgicas, cárie, doença periodontal, etc...) ou sistêmicas (diabetes, uremia, prisão de ventre, etc...). Por isso todas as causas devem ser investigadas através de uma anamnese específica e o tratamento será direcionado de acordo com as causas identificadas.


 

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